
Pois é, o dia por que tanto esperei se aproxima numa velocidade surpreendentemente rápida e me deixa cada vez mais atônita. Não sei mais como me portar, o que falar quando o assunto é Radiohead... Talvez soe como tietagem, situacionismo ou algo do tipo, visto que agora eles estão super na mídia e até no Fantástico apareceram - mencionados como 'estranhos' e logo depois como a melhor banda da atualidade. vai entender.. -, mas eu sei bem - e acredito que as pessoas que me conhecem o bastante sabem também - o quanto esses cinco britânicos esquisitões tão profundos e diferentes entre si foram capazes de transformar minha vida. Radiohead não é só uma banda bonitinha de baladinhas e de música que toca no filme pré-adolescente do momento e quem vier dizer que é fã por ter escutado Creep e Fake Plastic Trees saia da minha frente por favor. Eles são DEEP, e de uma profundidade que assusta, mas ao mesmo tempo arrebata. Acompanhar toda a evolução da banda, dos ruídos às batidas eletrônicas, todas as incríveis nuances que os trouxeram até aqui - literalmente! - é mais do que um privilégio pra uma pobre mortal como yo. Não acho que exista algum artista tão enigmático quanto Thom Yorke, que me encanta cada vez mais mesmo com suas bizarrices. Talvez seja isso que particularize tanto a banda: a quebra de qualquer estereótipo, as esquisitices que os elevam artisticamente. Você percebe que aquilo ali é real, sabe? Não é qualquer estratégia barata de marketing pra vender trilhões de cds e chegar ao topo do mundo: eles têm autenticidade, sentimento, aliás, muito sentimento! Nas músicas, tudo é externado à flor da pele, pulsante, por vezes agoniante. Os sentimentos de Thomas Edward Yorke alojam-se na sua cabeça e, por alguns minutos, você é capaz de entender com uma clareza assustadora o emaranhado de informações que emana daquele que, na minha opinião, é um dos raríssimos gênios musicais da atualidade. Dia desses encontrei no computador uma foto minha tirada em 2004, no auge de meus treze/catorze anos, na qual eu segurava o The Bends. Aquele ano não havia sido nada fácil pra mim e Thom, Phil, Colin, Jonny e Ed já deixavam seus fortes rastros em minha vida. Não consigo sequer lembrar de quando foi que começou todo esse fascínio meu por eles; é uma coisa tão particular, tão de identidade minha, tão arraigada em mim que parece até que nasci ao som de Stop Whispering - ou alguma outra música do Pablo Honey - hahaha. Posso até parecer piegas com essa quase devoção, mãããns diante de posturas tão críticas (a.k.a. reclamonas) que tenho procurado assumir em relação a outras coisas, é bom ter no Radiohead a representação do que há de melhor, e de fato eles SÃO o que há de melhor!
8climbing up the walls - radiohead (L)
it's gonna be a glorious day...
amo radiohead só porque eles vão te trazer até mim! eeeeeeee!
ResponderExcluirHAHAAHHA vale qualquer loucura para ir atrás daquilo que gostas.Vá lá e aproveite mesmo.E comentários?????
ResponderExcluirMe poupe, não cabe a ninguém emitir som algum se desconhecer de algo que tu conheces tão bem...Que fiquem com seus comentários pra si né???
Quando voltares conversaremos hiuhuhu...
Besos!
que post sentimental!
ResponderExcluirhahahahahaha
foi líndio. só não vale virar emo.
bjos.
(a propósito, é a menina. [me-nina.blogspot.com]. sei lá, esse sistema de comentários seu é tão esquisito, vai que nem aparece meu nome...)
viu? eu sabia. tive que logar e colocar o comentário de novo....
ResponderExcluirhm. já que o meu espírito comentatório despertou, faça-se um favor:
ResponderExcluirassista lila dit ça (lila diz).
depois me conta.
mas assista!
*vai descobrir pq é meu filme preferido de todos os tempos.